Quem sou?

sexta-feira, 11 de maio de 2012

1970-2012

Bem sei que isto é estranho, mas é verdade

Eu não como nada com ketchup, simplesmente não consigo. Por vezes até o cheiro do mesmo me enjoa. ketchup e mostrada são dois condimentos que não utilizo na comida, nem em lado algum. Creio que isto é normal, muitas pessoas não gostam, sendo que eu conheço algumas. Agora, o estranho disto é o meu novo vício, que ainda nem percebi como aconteceu. Que vício? O quanto eu gosto de Ruffles com sabor a ketchup!
Alguém me pode explicar? Porque eu não entendo este meu vício.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Descobri e encantei-me pelas músicas


Peter Bradley Adams

Distracção

Pronto, é oficial, ando completamente distraída. Ando a pensar em tantas coisas ao mesmo tempo, a fazer contas, a marcar compromissos na agenda, que ando completamente à nora em casa. Desde deixar coisas onde não é suposto (e a C. ir lá buscá-las) a esquecer-me de coisas em casa, já me aconteceu de tudo. A última ocorreu hoje, na verdade, foi uma repetição de algo que aconteceu há uns 3 dias. Troquei o gel de banho pelo shampoo. Fantástico. Uma vez é (quase) compreensível, duas já se torna desastroso. Mas pronto. O que vale é que ainda reparei a tempo.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Hoje.


Quando dei por mim estava à chuva. Segundos depois estava a correr. Apenas porque sim. Apenas porque me apeteceu.

sábado, 5 de maio de 2012

O meu gosto a nível de séries

Divide-se em compartimentos. Ora vejamos:

Série número 1:
Downton Abbey

Séries com adolescentes:
Pretty Little Liars
Gossip Girl
90210 (ocasionalmente)

Séries com fantasia:
Once upon a time
Supernatural
Merlin

Séries com forças policiais:
Criminal Minds
Missing

Séries com médicos:
Grey's Anatomy
Private Practice

Apetece-me tanto






Um destes. Vá, na verdade podem ser os 2 que eu não me importo também.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ataques de ciúmes (sim, também os tenho)



Os meus ataques de ciúmes são dissimulados com questões simples e pertinentes, mas, infelizmente, o I. percebe-os todos. Um dos meus primeiros grandes ataques de ciúmes aconteceu há dois anos, sensivelmente, e consistiu no seguinte diálogo:


Polly - Então vais a um jantar com os teus colegas de trabalho?
I. - Sim.
Polly - E aquela tua colega, a D., também vai ao jantar?
I. - Essa pergunta foi muito interessante.
Polly - Ora, é só uma pergunta. Curiosidade.
I. - Achas que se ela fosse eu iria?
E a Polly sorri de orelha a orelha.


O mais recente ataque de ciúmes não foi muito diferente. É um facto. E aconteceu este mês.


Polly - Aquela tal X vocês são assim grandes amigos? Quer dizer, claro que podem ser, não é? Tipo. Tens todo o direito a ter amigas e isso.
I. - Grandes amigos? Grandes amigos não. Somos amigos, ela trabalha comigo.
Polly - E é gira?
I. - É normalíssima.
Polly - Ah. Tipo eu.
I - Tipo tu? Eu não te acho normalíssima. Só se tu me achares normalíssimo (e ele dá um sorriso capaz de derreter um iceberg)
Polly - Tu não és normalíssimo. Tu és imensamente giro e cheio de estilo.


Pronto. Os meus ataques de ciúmes são assim. Subtis. Ou nem tanto. E ele, ele percebe-os sempre!

Gostei!

O mês de Maio



Traz com ele:
O dia da Mãe
O aniversário do I.
O aniversário do meu pai
(por esta ordem)
Algo mais?

May


Please, be gentle and amazing

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A pedido de várias famílias

não foram várias famílias, foram poucas pessoas, mas pronto. Este blog passa a ter seguidores e caixa de comentário.

Há memórias que me fazem rir

São aquelas memórias mesmo divertidas e que me deixam feliz por horas.



Brave (Disney Pixar)



Quero ir ver este filme e tenho vários motivos para tal.
1- Sou fã da Disney desde os 4 anos de idade.
2 - Adoro os filmes da Disney Pixar
3 - Adoro o cabelo ruivo da Merida
4 - O meu cabelo até é parecido - só que moreno e não tão comprido
5 - Porque sim!

On and off

Há pessoas que conseguem meditar - a minha melhor amiga e o I. são dessas pessoas. Eles conseguem ficar imenso tempo com a cabeça vazia de pensamentos. Eu perguntei como o faziam e disseram-me que era fácil, bastava pensar em branco. Pois bem, já tentei inúmeras vezes e não consigo. Primeiro porque começo a pensar "Eles dizem para pensar em branco", então começo a pensar "branco, branco, branco... mas eu assim estou a pensar, não estou a não ter pensamentos". E quando dou por mim estou a lembrar-me de um sonho antigo que envolvia um quarto branco, estou a pensar em paredes de divisões da casa, um enfim de cenários que envolvem o tal branco em que eu não consigo não pensar. Concluindo: não sou capaz de meditar. Mas eu queria, por vezes, conseguir desligar o cérebro - já que até quando durmo penso em mil coisas diversas.
Ontem consegui fazê-lo. Foi simples. Estava num lugar silencioso, peguei nos meus phones e ao ligar o ipod a música estava tão alta que o choque entre o silêncio e os decibéis altos fizeram com que o meu cérebro desligasse durante alguns segundos. Soube-me bem. Não é uma meditação, mas ainda assim desliguei o cerébro durante algum tempo.

domingo, 29 de abril de 2012

Verdade



Por isso é que eu e a C. caminhamos 3 kilómetros algumas vezes por semana (entre 2 a 3 vezes por semana). É bom para ela, que não só caminha como corre feita louca pelo meio das flores, como para mim, já que ajuda a manter a linha.

O que eu queria hoje?

Aproveitar os minutos de sol numa esplanada com a melhor companhia do Mundo.
Ou
Ficar por casa, sentada no meu sofá a ver filmes com o I.
Ou
Ir ao cinema com a minha melhor amiga
Ou
Passear à beira rio com o I. e conversar com ele durante horas imensas.
Ou
Passar a tarde com a minha melhor amiga, a passear e conversar, e ir jantar com o I. a um lugar calmo e com uma bela vista.
Sim, este último plano é mesmo o melhor. Era isso mesmo que eu queria.
Mas, a verdade é que dentro de minutos vou sair, para ir trabalhar. E depois voltarei para casa para continuar a trabalhar no projecto que tenho em mãos. E nada de passeios nem jantares. Apenas trabalho. Enfim. Talvez no próximo fim-de-semana, ou no a seguir ao próximo, ou no outro depois. Talvez.

sábado, 28 de abril de 2012

São 7 da tarde

E sinto-me cansada, como há muitos Sábados não acontecia. O dia de hoje começou cedo, bastante, e ainda não acabou, nem sei bem a que horas irá terminar. Entre reuniões de manhã, trabalho à tarde e chegar a casa e ter mais trabalho - de última hora e aparecido do céu - para fazer, estou bastante cansada. O pior é que amanhã à tarde não terei folga. E já sei que de manhã vou ter de terminar o trabalho que comecei há uma hora atrás. Portanto, nada de fim-de-semana para a Polly, pois após amanhã já é segunda e o dia começará cedo, logo com uma reunião pela manhã.
E logo agora, que tenho 3 livros na estante à espera para serem lidos.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

ADORO!



The Legion of Extraordinary Dancers in SYTYCD

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pequena conversa

Graças a um pequeno acaso, hoje falei com uma amiga com quem já não falava há bastante tempo. Não me lembro quando tinha sido a última vez que falaramos, talvez há um ano atrás, mas não importa muito, nós acabamos sempre por nos falar como se não tivesse passado dia nenhum. É a única amiga minha com quem isso acontece. Podemos passar um ano ou dois sem saber uma da outra, mas quando nos cruzamos falamos sempre alegremente, como se tivessemos acabado de conversar no dia anterior.
Apesar de ter sido uma conversa curta fiquei a saber que ela pensa em ir viver com o namorado. Deixa-me contente por ela. Ainda me lembro de quando o homem em questão lhe dizia que só gostava dela como amiga. Agora andam a ver casas e pensam em casar num futuro não muito distante. Gosto de saber que a vida desta minha amiga vai de vento em poupa. Ela merece ser feliz. Fiquei contente por ela. E já sei que um dia me vem convidar para o casamento, que ela não se cala com isso.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Num homem para onde olhas primeiro?

As respostas mais normais são do género: "olhos", "sorriso", "traseiro". E por aí. Bem. A minha é: mãos. Não tenho culpa. Para mim as mãos de alguém dizem-me muito, as de um homem dizem bastante.
Posso dar vários exemplos: hoje estava a ver a fotografia de um rapaz na net e a primeira coisa que vi foram as mãos e disse para mim mesma: não gosto nada das mãos dele. Mas o melhor exemplo, o melhor mesmo, é o seguinte: quando éramos só amigos eu costuma dizer, muito a sério mas meio a brincar, ao I. que as mãos dele me agradavam e muito, eu era - e sou - completamente apaixonada por elas. Ainda hoje em dia, sou capaz de ficar a olhar para as mãos dele durante imenso tempo. Há algo nas mãos dele que me deixa completamente rendida. Não sei se é a palma grande, os dedos compridos, a força que elas têm - sim, têm bastante força - mas a gentileza com que ele as manusea, se é o facto de sempre que as observo vejo, na minha mente, ele a tocar piano. Não sei. Sei apenas que as mãos do I. são algo que eu adoro. E atenção, em relação a ele eu adoro tudo: o sorriso sincero e brilhante, o olhar atento, curioso, divertido e doce, o nariz arrebitado, o cabelo moreno, as bochechas, as orelhas, o pescoço largo, os ombros largos, os braços musculados, as tatuagens (todas elas têm um significado próprio e um motivo para existirem - adoro isso nele), as pernas altas. Resumindo: tudo. Mas as mãos dele têm algo de especial. Creio que é por me sentir segura sempre que as vejo.
Portanto, as mãos, para mim, são mesmo a primeira coisa para onde olho. E juro, nunca conheci, no Mundo, umas mãos como as dele - e sei que nunca conhecerei.

Realmente há pessoas assim - felizmente conheço poucos exemplares


The colors of the world


«Pintar é falar consigo mesmo para que alguém nos entenda.»
Hoje vi esta frase e lembrei-me, automaticamente, da minha melhor amiga. A minha melhor amiga tem um dom que poucas pessoas no Mundo possuem - ela tem imensos dons mas hoje vou só falar deste - ela pinta com o coração. A minha melhor amiga não seguiu uma carreira de artes, mas se o tivesse feito seria, sem sombra de dúvida, uma artista famosa. Ela gosta de desenhar, desde pequena, e sempre o fez com o coração. Nas suas pinturas estão expressos os seus sentimentos. Nos seus desenhos ela pinta o Mundo, com as cores mais bonitas que existem. Os seus desenhos são um enorme tesouro e tenho a plena noção que ela nem sabe como os seus desenhos, as suas pinturas, os seus trabalhos artísticos brilham. Brilham imenso. Ela tem um dom, um enorme dom. E se há alguém que se expressa, na perfeição, através da pintura esse alguém é a minha melhor amiga.

domingo, 22 de abril de 2012

Pequenas coisas que detesto

Aquele anúncio da "Depuralina". Detesto. O reclame que passa na televisão dá-me urticária, sempre que ouço a voz daquele homem dizer "asssspira gordura". Mas pior, muito pior, é a versão que passa na rádio. Juro, sou capaz de arrancar cabelos com tamanho anúncio. Dá-me cabo do sistema nervoso. E os cartazes? Hoje vi, pela primeira vez, um cartaz onde em vez de estar a jovem mulher com um aspirador nos braços e de roupa interior estava um homem, com o mesmo aspirador e com uns boxers brancos. Sim, um must. Não consigo gostar destes reclames, nem dos cartazes, nem os da televisão e, muito menos, o da rádio. E pronto.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

The perfect words


«Words are, in my not so humble opinion, the most inexhaustible source of magic; capable of both inflicting injury and remedying it.» Albus Dumbledore

Existem palavras que nos beijam o coração e abraçam a nossa alma. Existem palavras capazes de erguer uma pessoa. Existem palavras que nos enchem de um sentimento tão profundo e intenso, são como um fôlego de vida. São aquelas palavras que mudam os nossos dias. Existem essas palavras.
Hoje, eu tive dessas palavras. Daquelas palavras que poucas pessoas algum dia têm. Daquelas palavras que simplesmente nos enchem o coração de uma cor brilhante e de felicidade.
Ele sempre soube. Sempre conheceu as palavras certas. Hoje, uma vez mais, ele voltou a beijar-me diretamente no coração e a abraçar a minha alma, com as suas palavras.
Obrigada, meu amor.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

The show must go on


Inside my heart is breaking
My make-up may be flaking
But my smile
Still stays on
(Moulin Rouge - The show must go on)


Aprendi, ao longo dos últimos muitos meses, a demonstrar às pessoas aquilo que eu quero. Não gosto que as pessoas saibam da minha vida, não gosto que olhem para mim e pensem "Aconteceu-lhe algo de mau, coitada, olha como está triste...". Não gosto. São muito poucas as pessoas que realmente conseguem ver como está o meu coração. Foi devido a isso que hoje ouvi um "Estás com bom aspecto!". Estou? Sim, o meu reflexo ao espelho até tem bom aspecto, estou saudável (graças a Deus) e ando com um sorriso, sempre. Mas, se vissem o meu coração. Se vissem a verdade. Perceberiam que não estou assim tão bem quanto deixo transparecer. Veriam um coração mais vazio que cheio, repleto de uma saudade imensa e de solidão (provocada pelo tempo, pela distância e pelo silêncio imposto....).
Uma vez, o I., disse-me que a pessoa que nós somos, verdadeiramente, aparece quando estamos em casa sozinhos, os nossos pensamentos, as nossas atitudes nessa altura são as verdadeiras, as sem máscaras. As reais. Não queiram saber o tipo de pessoa que tenho sido quando estou em casa sozinha. Não há sorrisos. Não há bom aspecto.
Mas pronto, eu gosto disto, de conseguir fazer de conta que tudo está bem. Afinal, foi a única maneira que arranjei para ultrapassar os últimos tempos. 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sempre soube

E hoje tive, uma vez mais, a certeza que uma das maiores tristezas para mim é concluir que não sei nada de nada dos dias de uma pessoa que amo. E que muitas outras pessoas - de quem nunca ouvi falar - conhecem esses mesmos dias porque fazem parte deles. Quanto a mim, a única coisa que sei, é nada. E isso deixa-me triste. Sempre deixou. E deixa cada vez mais.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

domingo, 8 de abril de 2012

Para todos vocês



Uma óptima Páscoa! Repleta de tudo o que mais amam.

Sobre nós



I'm holding your heart today.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

É pá.

Estou sem paciência hoje. Mesmo. Estou irritada. Irrito-me com a mais pequena coisa. Estou tão sem paciência que hoje chateei-me a sério com a C., mas mesmo a sério. Já me chateei com ela algumas vezes, mas nunca como hoje. Neste momento ela até nem está ao pé de mim. Creio que também ela hoje está irritada, pelo menos está insuportável desde manhã. Hoje, não está a ser um bom dia, e olhem que eu até sou uma pessoa bastante paciente. Hoje não. Maldito dia.

: )



Tinha saudades de estarmos só nós as duas, sem pensarmos em nada mais do que em passar horas divertidas, em conversar pela noite dentro. Tinha tantas saudades. E foi o melhor da minha semana. Temos de repetir, em breve.

Sobre nós



«I'm forever yours
Faithfully»

Não importa o tempo que passa. Não importa o que a Vida nos dá e tira. Não importa o que acontece. Independemente de tudo, eu sei, tenho a certeza eterna e absoluta, que o amarei sempre, pois amo-o desde sempre e será para todo o sempre. Ele, o I., tem o meu coração. É o meu sonho. É o meu futuro. Ele é tudo para mim.

Fiquei fã



É saboroso, muito! E saudável!

[foto daqui]

quarta-feira, 4 de abril de 2012

**

Sobre nós.

I'm thinking of you. I´m always with you, my love.

terça-feira, 3 de abril de 2012

We bought a Zoo


Simples mas muito bonito! Gostei, bastante até.
E adorei a pequena Maggie Elizabeth Jones.


sábado, 31 de março de 2012

Como ser feliz logo pela manhã?

Comer duas belas fatias de panrico (sem côdea) com imensa Nutella. Assim:

Europa à noite


Esta foto, linda, mostra a Europa à noite. Adorei a imagem quando a vi hoje no site do Expresso.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Vinda do meu inconsciente

Hoje estava eu a limpar a minha casa - na verdade o meu quarto - quando comecei a entoar uma música. Primeiro achei estranho, não reconheci a música que estava a entoar, mas depois lembrei-me de onde ela era. Do filme A Dama e o Vagabundo, da Disney. Não faço ideia como é que me lembrei de tal melodia, nem em que parte do meu inconsciente ela estava guardada, mas ela pelos vistos estava cá. São daquelas coisas bonitas, e estranhas, muito estranhas, que acontecem no meu inconsciente.



quinta-feira, 29 de março de 2012

Sobre nós


1 ano e 7 meses

Sobre nós

Não falta muito para a Páscoa. Tenho-me lembrado das Páscoas anteriores. Há dois anos atrás, por esta altura, andavas a falar-me dos saborosos ovos de chocolate que tinhas encontrado. Doces, doces, doces. Um daqueles ovos deixava a minha boca super doce e pensar em comer mais do que um deixava-me enjoada, devido ao doce em demasia, mas a ti não. Não, tu adoravas comer vários seguidos. Deixava-los no frigorífico e quando chegavas a casa era a primeira coisa que ias buscar. Adoravas comê-los, sem parar. Achava isso tão cómico. Sempre achei uma tremenda piada ao facto de tu não te enjoares com facilidade, mas acusares o excesso de açúcar no sangue. Apaixonei-me por essa tua faceta instantaneamente - como por todas as outras na verdade.
A Páscoa passada já foi diferente. Não falámos sobre doces, nem nada que se pareça. Mas a Páscoa passada trouxe algo de bom aos nossos dias. Algo de muito bom. Foi o meu melhor Domingo de Páscoa de sempre.
Uma parte de mim está ansiosa pela Páscoa deste ano. Mas só para ver o que esta época festiva nos reserva este ano.

Best Friend


A minha melhor amiga é a melhor amiga do Mundo. E eu gosto tanto dela.

A minha veia de claustrofóbica

Desde ontem que acho que devo de ter uma veia de claustrofóbica. Não sei bem o que se passa comigo, sou uma pessoa caseira - há quem diga que caseira demais até - mas nos últimos dias tenho dado por mim a sair de casa só porque sim. Arranjo desculpas a mim mesma para ser lógico sair de casa de hora a hora. Não consigo ficar parada dentro da minha casa, tenho precisado apenas de sair, caminhar, apanhar ar. Poucas vezes na vida isto me aconteceu. Na verdade, sempre que aconteceu havia algo a atormentar o meu espírito, sempre. Não sei bem o motivo desta vez, não o consigo encontrar dentro de mim, mas que ando com vontade de sair sempre porta fora mal entro em minha casa, ando. Acredito que vá passar. Espero. Mas a verdade é que nos últimos dias estar em casa deixa-me deprimida e irritada.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Admito

Eu tenho uma certa inveja daquelas pessoas que têm estômago de piriquito. Uma inveja saudável, atenção. Porquê? Ora, porque essas pessoas quando vão comer fora e apenas lhes apetece uma saladinha - daquelas com muito bom aspecto - ficam satisfeitas. Cá com a minha pessoa isso não ocorre. Eu até posso ficar satisfeita com uma saladinha bonita, rica em proteínas e tudo o mais que a acompanha, mas essa satisfação dura uns 30 minutos, porque depois fico com fome. Eu não tenho estômago de piriquito, nem nada que se pareça. Sou o tipo de pessoa que come bem e muito. Vejamos, eu como uma pizza inteira sozinha (Pizza Média da Telepizza). É um bom exemplo, hã?!

**


terça-feira, 27 de março de 2012

Estou a ficar velha e desatualizada

Ponto número 1 - Quando o Harry Potter e a Pedra Filosofal apareceu nos cinemas, já eu sabia que ia estrear, conhecia bem o livro e contava os dias para tal fenómeno.
Ponto número 2 - Quando o primeiro filme da saga Twilight estreou, eu não fazia a mais pequena ideia porque havia tanto frenesim em roda do mesmo. Nunca tinha ouvido falar da escritora, nem dos livros, nem da história. Este foi, muito possivelmente, um dos primeiros sinais que estava a ficar velha.
Ponto número 3 - Há uns dias atrás andava eu por sites da net quando me deparo com imagens só a falarem de um tal Peeta. Who the hell is Peeta? Bom, fui pesquisar. É uma personagem de um livro - The hunger games - pelos vistos uma boa personagem e, olhem só, o livro virou filme. E adivinharam, desconheço por completo o livro, a história e as personagens.
Sim, é um facto comprovado. Estou desatualizada, muito, no que diz respeito a literatura mais adolescente, o que significa que estou também a ficar velha. Enfim.



segunda-feira, 26 de março de 2012

Oh cupões, cupões

Hoje dei por mim a abrir uma carta que trazia uma variedade de cupões. Analisei-os rapidamente e conclui que até tem cupões de artigos que compro (detergentes, chá, refrigerantes). Fiz as contas rapidamente e posso dizer que através dos cupoões pouparei uns 15 euros. É giro esta história dos cupões, muito à la americana. Até gosto. Claro que não vou comprar algo só porque tenho um vale de desconto, ora vejamos, tenho um vale de desconto de um artigo que não uso e nem me faz falta, mas o desconto até é 3 euros, o que até é bastante, mas qual é a lógica de gastar 5 ou 6 euros (imaginando que o dito artigo custava uns 8 ou 9 euros) só para dar utilidade ao vale de desconto? Não faz sentido, por isso os cupões e descontos só fazem sentido em artigos que compro.
A mesma coisa acontece com o cartão Continente - sim, tenho um e dá-me jeito - não vou pôr-me a comprar coisas só porque tem não sei quanto de desconto em cartão. Não. Eu compro o que necessito e quero, se por acaso acumular descontos no cartão óptimo, se não, paciência fica para uma próxima.
Mas que estas coisinhas até dão jeito, dão. Feitas bem as contas sou capaz de poupar uns 50 euros por mês em compras (não todos os meses, mas há meses - como o próximo - em que tenho várias coisas para descontar). E, meus caros, 50€ é dinheiro.

Das coisas que não consigo compreender



Cada vez mais reparo que as pessoas dão muito pouco de si pelos outros. Muito, mesmo. Dar atenção a um detalhe é um trabalho imensamente complicado, pelo que parece. As pessoas - na sua grande maioria - devem de achar isso, pois eu vejo, à minha volta, que as pessoas são cada vez mais egoísta. Não consigo entender como é que o ser humano é capaz de ser imensamente egoísta. Juro que não.
Sei que não sou a melhor pessoa para falar sobre isto, visto eu ser uma pessoa que não se dá com muitas pessoas, é um facto, não dou. Mas, o que também é verdade sobre mim é que no momento em que me dou a conhecer a alguém, em que esse alguém representa um papel na minha vida eu sou capaz de dar tudo, mesmo tudo, por esse alguém. Uma antiga colega da minha turma de faculdade (uma das poucas com quem mantenho uma relação vagamente amigável) uma vez disse-me: Tu tens um problema, tu não te dás com muitas pessoas, raramente te entregas a quem quer que seja, mas depois, quando o fazes, entregas-te de corpo e alma, gostava que alguém se entregasse a mim assim.
São comentários que me deixam abismada. Não acho que eu faço algo de mais. Juro que não acho. Costumo dizer o que penso, e a verdade é que penso que o que eu faço qualquer outra pessoa no Mundo poderia fazer. Não faço nada de extraordinário, nem sequer sou extraordinária. Mas, depois há pessoas que dizem o contrário. E eu, porque as amo, acredito nelas. Mas é isso. Eu entrego-me de corpo e alma a quem amo e não acho que isso é algo complicado de fazer, muito pelo contrário, é algo fácil, certo e bom. Não conseguiria ser de outro modo. Creio que é por isso que me custa entender como é que as pessoas não se entregam de corpo e a alma às pessoas que mais amam.
As pessoas trabalham cada vez menos por uma relação. Cansam-se. Eu acho. As pessoas dizem que dá trabalho manter uma relação durante anos (aqui falo de relações amorosas e de amizade). Dá? Não concordo. Nunca senti que me desse trabalho manter a minha amizade com a minha melhor amiga. Ou manter a relação com o I.
Se precisamos de abdicar de uma ou outra coisa? Sim. Se a nossa alma dói com medo do dia-a-dia? Sim. Se temos medo de acordar um dia e ver que perdemos uma parte de nós porque perdemos alguém que amamos? Sim. Mas, minha gente, isso são pequenos sacríficios que temos de fazer para possuirmos uma relação que beire a perfeição. No fim, vale muito mais sabermos que aquela pessoa nos amou como nenhuma outra pessoa. Aquela nossa amiga correu o Mundo para ir ter connosco apenas porque nós chamámos. Aquela nossa amiga ficou ao nosso lado quando o nosso mundo desabou, ou quando fomos uma pessoa incrivelmente irritante. Aquele homem estava ali, de braços abertos, para nos amparar a queda que estávamos prestes a dar. Aquele homem estava ali apenas para nos dizer "Amo-te" e sentirmos que o nosso Mundo e a nossa Vida faz sentido e sempre irá fazer, desde que ele se mantenha por perto.
Aquelas pessoas - poucas - que eu amo com todo o meu coração e a minha alma estão sempre ali, ao meu lado. Não importa o resto do Mundo, às vezes não importa pensar que o Mundo vai desabar sobre a minha cabeça, não porque eles estão ali. Não porque nós mantivemos esta união entre todos. Nós trabalhámos nesta união. Nós sabemos, mesmo que não saibamos explicar como o sabemos, que nunca nos afastaremos de verdade. Porque há laços mais fortes do que tudo o resto. E no fim o que conta, o que verdadeiramente conta, é isto.
Por isso é que não entendo como é que há pessoas que conseguem viver sem ter alguém assim na sua vida. Como é que há pessoas que não fazem nada, mesmo nada, por quem amam? Creio que nunca irei entender.